
Salvador, 27 de agosto de 2025 – O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) promoveu recentemente um evento 3º Seminário de Governança do Nordeste que reuniu líderes empresariais, consultores e especialistas para discutir os desafios e oportunidades da governança corporativa em um cenário de rápidas transformações econômicas. O encontro, focado em empresas familiares e de médio porte, destacou a importância de práticas de governança não como mera formalidade burocrática, mas como ferramenta essencial para a sustentabilidade e o crescimento estratégico das organizações. Entre os participantes, José Mario, sócio da SRD Soluções em Consultoria de Gestão Empresarial e Participações (srdconsult.com.br), compartilhou reflexões valiosas em uma postagem no LinkedIn, sintetizando os principais insights do debate.
O evento realizado pelo IBGC Nordeste, realizado em Salvador, enfatizou como a governança pode alinhar visões de longo prazo, gerenciar riscos e fomentar a perpetuidade das empresas, especialmente em contextos regionais onde as empresas familiares predominam. Com painéis sobre integridade, diversidade e estruturas organizacionais, os debates reforçaram que a governança é um ativo estratégico, capaz de impulsionar a reputação, o acesso a crédito e a resiliência em processos como sucessões e fusões e aquisições (M&A). Em um momento em que o Nordeste brasileiro busca atrair investimentos e inovar, essas discussões ganham relevância, ajudando empresas a navegar por incertezas econômicas e regulatórias.
José Mario, com sua experiência na SRD – uma consultoria especializada em soluções para governança em empresas familiares de médio porte –, destacou em sua postagem que a governança vai além de controles internos. Em uma síntese resumida de suas reflexões, ele apontou:
- Governança como estratégia: Deve alinhar o conselho à visão de longo prazo, integrando gestão de riscos para garantir o rumo da empresa.
- Confiança e integridade como pilares: Transparência, consistência e ética são fundamentais, sem os quais a governança perde seu propósito.
- Riscos como oportunidades: O conselho deve antecipar e prevenir ameaças desconhecidas, transformando-as em vantagens competitivas.
- Fator humano essencial: Diversidade, união e respeito ao amadurecimento das equipes são vitais, pois a governança lida com pessoas em contextos complexos.
- Estruturas e rituais para clareza: Separar papéis entre sócios, conselheiros e diretores, além de criar rituais consistentes, promove disciplina e foco no futuro.
- Impacto no valor e perpetuidade: Melhora a reputação, liquidez e solidez em sucessões e M&A.
- Comunicação e ação imediata: Começar logo é o gatilho, com comunicação clara para alinhar todos e evitar mal-entendidos.
Em sua síntese final, José Mario resumiu: “A governança deve ser sólida o bastante para sobreviver ao fundador e flexível o suficiente para acompanhar a mudança.” Essa visão ecoa o tom do evento, que incentivou ações práticas para implementar governança adaptável às realidades locais.
Para empresas que buscam elevar suas práticas de governança, a SRD oferece soluções personalizadas. Interessados podem entrar em contato diretamente pela página https://srdconsult.com.br/contato-2/ para discutir como aplicar esses insights em seus negócios.

